sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Trabalhadores de AL são achados em condição análoga à de escravo em Tacaímbo

Cerca de 10 trabalhadores foram identificados em condição análoga à de escravo em uma pedreira de Tacaimbó, no Agreste de Pernambuco. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a empresa foi interditada devido a questões trabalhistas e a condições precárias de alojamento das vítimas.
Local onde alimentos eram preparados em pedreira interditada pelo MTE em Tacaimbó, Agreste de Pernambuco (Foto: Divulgação/ MTE)
As pessoas - todas vindas do estado de Alagoas - estavam sem receber há dois meses e não tinham registro em Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS). O valor devido aos empregados soma aproximadamente R$ 20 mil, de acordo com o auditor do trabalho Franscisco Reginaldo.
Cerca de 10 trabalhadores foram identificados em condição análoga à de escravo em uma pedreira de Tacaimbó, no Agreste de Pernambuco. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a empresa foi interditada devido a questões trabalhistas e a condições precárias de alojamento das vítimas.
As pessoas - todas vindas do estado de Alagoas - estavam sem receber há dois meses e não tinham registro em Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS). O valor devido aos empregados soma aproximadamente R$ 20 mil, de acordo com o auditor do trabalho Franscisco Reginaldo.
Alojamento de pedreira interditada pelo MTE em Tacaimbó, Agreste de Pernambuco (Foto: Divulgação/ MTE)
Punição
O empregador foi notificado a regularizar a situação salarial dos envolvidos, além de realizar o registro das Carteiras de Trabalho com data retroativa, fazer o recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e dos demais encargos. Após as adequações, a pedreira poderá ser liberada para funcionamento.

Fonte: G1 Caruaru

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